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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Aliado de Bolsonaro, pastor Waldemiro Santiago vende semente de feijão por no mínimo R$ 100



Plinio Teodoro, Revista Fórum - Amigo e um dos mais próximos aliados de Jair Bolsonaro no meio evangélico, o pastor Waldemiro Santiago, da Igreja Mundial, está vendendo uma semente de feijão branco por “no mínimo” R$ 100 em nova campanha sobre os fiéis lançada na internet.

“Você vai plantar uma semente para a obra de Deus. Estamos convocando empresários, comerciantes, fazendeiros, empreendedores para plantar uma semente generosa, uma semente grande na obra de Deus. Essa semente menorzinha que você vai plantar é de R$ 100 e a maior não tem limite. Quanto mais se planta, mais se colhe”, diz o pastor, que vende a sementinha grafada com as palavras “Sê tu uma benção”.

“Eu queria que você tomasse posse ligando na central, pra adquirir essa semente. Você recebe ela em casa. Você vai tirar da caixinha essa semente, vai plantar, num pouquinho de terra, num adubo orgânico, num esterco, num algodão molhado. E ela vai nascer e na planta vai estar escrito sê tu uma benção”, diz Waldemiro.

O pastor reclama que com a pandemia do coronavírus só pode receber 30% dos fiéis nas igrejas e isso provocou uma crise na estrutura da igreja. Leia a íntegra na Fórum.

Ela postou um vídeo fake e agora pode ficar presa por nove anos



O compartilhamento de notícias falsos é algo recorrente no meio digital. Muitas pessoas disseminam fake news acreditando que não haverá consequências, mas um caso recente chama atenção e alerta que a disseminação de notícias falsas pode ter consequências legais.
Valdete Zanco publicou um vídeo no qual aparecem caixões em Belo Horizonte, cheios de pedras e madeira, nos quais deveriam ter supostas vítimas do novo coronavírus. Após a repercussão, a Polícia Civil e a Prefeitura de Belo Horizonte afirmaram que o vídeo era falso.
Diante da situação, a na última terça-feira (5), a Polícia Civil afirmou, em coletiva de imprensa, que Valdete Zanco poderia responder por três crimes e pegar nove anos de prisão.
"É preciso que a população se conscientize de que as atitudes no mundo virtual têm consequências no mundo real”, disse o delegado. Valdete chegou a divulgar uma nota se desculpando por sua atitude e seu advogado, Alexsander Pereira, afirmou que ela estava, “está muito abalada”.
Metro Jornal

Insensível! Bolsonaro, Guedes e empresários vão ao STF pressionar por fim da quarentena



Jair Bolsonaro atravessou a Praça dos Três Poderes em Brasília a pé nesta quinta-feira (7) para ir ao Supremo Tribunal Federal e reunir-se com o presidente do STF, Dias Toffolli, para pressionar o Supremo pelo fim do isolamento social e das quarentenas determinadas por governadores e prefeitos.  Bolsonaro estava acompanhado de 15 empresários e ministros, entre eles Paulo Guedes (Economia).


Jair Bolsonaro atravessou a Praça dos Três Poderes em Brasília a pé nesta quinta-feira (7) para ir ao STF. Ele foi acompanhado de empresários e ministros, dentre eles Paulo Guedes (Economia). “A economia pode se desintegrar e de colapsar, os empresários me deram o alerta, não estão segurando mais. Não podemos virar uma Venezuela”, disse Guedes

“A economia pode se desintegrar e de colapsar, os empresários me deram o alerta, não estão segurando mais. Não podemos virar uma Venezuela”, disse Guedes.
Segundo Bolsonaro, "os governadores foram longe demais nas medidas restritivas, autônomos perderam a renda e o desemprego cresce". 
"Devemos nos preocupar com vida e com empregos", continuou. "Todos nós viemos aqui [STF] para o Brasil voltar à normalidade", acrescentou.
De acordo com o presidente do STF, "é preciso planejar a retomada da volta da economia e crescimento, o poder executivo precisa chamar os outros poderes e pensar a retomada".
Estes são os empresários que foram pressionar o STF com Bolsonaro e Guedes: José Ricardo Roriz Coelho, da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria de Plástico), Fernando Valente Pimentel, da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), José Velloso Dias Cardoso, da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Paulo Camilo Penna, presidente do Snic (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), Elizabeth de Carvalhaes, da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), Synesio Batista da Costa, da Abrinq, Haroldo Ferreira, da Abicalçados (Associação Brasileira da Indústria de Calçados), Ciro Marino, da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), José Jorge do Nascimento Junior, da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), José Rodrigues Martins, da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), Reginaldo Arcuri, da FarmaBrasil, José Augusto de Castro, da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), Marco Polo de Mello Lopes, da Coalizão Indústria, Humberto Barbato, da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) e um representante da Anfavea.
Também acompanharam Bolsonaro os ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil), e Fernando Azevedo e Silva (Defesa).