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domingo, 21 de junho de 2020

EUA testam nova bomba inteligente StormBreaker guiada por laser ou GPS



A Raytheon, empresa do setor de defesa, lançou uma bomba GBU-53 a partir de um caça F/A-18E/F Super Hornet durante teste.

De acordo com a empresa, a bomba planadora GBU-53/B StormBreaker, de aproximadamente 113 kg, pode ser lançada em diferentes condições climáticas.
"A StormBreaker é a única arma que permite o piloto atingir alvos em movimento durante tempo ruim ou se tiver poeira ou fumaça na área", publicou a agência AP citando o diretor de programa da empresa Cristy Stagg.
A bomba poderá ser lançada tanto de caças Super Hornet como também do F-15E Eagle. O armamento também está sendo integrado ao novo caça F-35 Joint Strike.

Bomba moderna

Comentando o teste e as características do armamento, o jornalista especializado em tecnologias David Hambling disse na revista Forbes que a GBU-53/B StormBreaker supera as bombas mais antigas.
A razão disso seria um buscador de ondas de radar milimétricas combinado com um sensor infravermelho.
Além disso, para seu guiamento, a bomba usa tanto tecnologia a laser como dados de GPS.
Diferente de outras bombas, a StormBreaker também seria capaz de buscar autonomamente alvos logo após ser lançada de uma plataforma aérea.

Bomba aérea GBU-53/B StormBreaker da Raytheon
Por sua vez, os funcionários da Raytheon envolvidos no desenvolvimento do armamento, que decorre desde 2010, acreditam que a bomba possa virar o jogo em um cenário de guerra por sua capacidade de busca de alvos.
Com combinação de sensores e algoritmos inteligentes, a StormBreaker pode analisar e classificar um grande número de alvos no terreno, escolhendo o prioritário.
Durante seu voo, sua trajetória pode ser alterada, já que mantém comunicação constante com a aeronave de lançamento.
A StormBreaker pode ser dotada de ogiva explosiva, de fragmentação ou de perfuração, aumentando sua eficiência contra tanques, prédios e tropas.

Agora é oficial: Marcia Oliveira de Aguiar, esposa de Queiroz, é foragida da Justiça


Márcia Oliveira de Aguiar, esposa de Fabrício Queiroz, é procurada por investigadores e considerada oficialmente foragida da Justiça, desde quinta-feira, 18,; seu marido foi detido em Atibaia, em imóvel de Frederick Wassef, advogado de Jair Bolsonaro e frequentador do Alvorada


Agora é oficial: a esposa de Fabrício Queiroz é foragida da Justiça. Marcia Oliveira de Aguiar está sendo procurada por investigadores em todo o Brasil, com prisão preventiva decretada.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que “atendendo a pedido da Promotoria, o juiz Flávio Nicolau, da 27ª Vara Criminal da Capital, também decretou a prisão preventiva de Márcia Oliveira de Aguiar, mulher de Queiroz, por considerar que ela teve ‘participação fundamental’ nas manobras para embaraçar as investigações de peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.”
A matéria ainda informa que “segundo o magistrado, era ‘inequívoco’ que Márcia, em liberdade poderia obstaculizar a apuração dos fatos, além de agir sob as ordens de Queiroz. Em sua decisão, Nicolau escreveu que assim como o ex-assessor parlamentar do filho ’01’ do presidente Jair Bolsonaro, Márcia também estava se escondendo, recebendo auxílio de terceiro e ainda cogitava fugir caso tivesse ciência de que foi decretada sua prisão preventiva.”

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Celular de Bebianno chega ao Brasil e conteúdo poderá ser “destruidor” para Bolsonaro


Ex-secretário geral da presidência e homem forte de Bolsonaro, que depois foi transformado em inimigo, Gustavo Bebianno disse antes de morrer que guardou um material para caso algo lhe acontecesse


O telefone celular em que Gustavo Bebianno registrou um ano e meio de conversas com Jair Bolsonaro retornou ao Brasil e está "muito bem guardado", afirmou um amigo do ex-ministro morto por infarto em março deste ano. A informação é da jornalista Thaís Oyama, em sua coluna no portalUOL. 
O aparelho estava nos Estados Unidos aos cuidados da irmã de Bebianno. Em entrevista dada três meses antes de morrer ao programa 3 em 1, da Jovem Pan, o ex-aliado de primeira hora de Bolsonaro, mais tarde transformado em inimigo pelo presidente e sua família, revelou ter guardado "um material, inclusive fora do Brasil" para o caso de algo lhe acontecer.
Segundo a jornalista, uma pessoa que conhece o teor das conversas afirma não ter identificado nelas indícios de crimes. Mas diz considerar que a revelação dos diálogos seria "destruidora" para o presidente. "Há lá questões morais muito pesadas".

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