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domingo, 26 de julho de 2020

Bolsonarista que se diz contra a interferência do Estado na economia, Hang Véio da Havan obteve 55 empréstimos do BNDES para crescer a empresa


Entre 1993 e 2014, o “Véio da Havan”, como é conhecido, conseguiu 55 empréstimos no banco


Empresário bolsonarista que se diz contra a interferência do Estado na economia, Luciano Hang, dono da Havan, se beneficiou do BNDES, uma ferramenta estatal de financiamento econômico, para fazer crescer sua empresa. Hang tem 147 lojas em 18 estados do País.

Entre 1993 e 2014, o “Véio da Havan”, como é conhecido, conseguiu 55 empréstimos no banco, totalizando valores atualizados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais de R$ 72 milhões, segundo reportagem do Metrópoles.
O jornal conseguiu as informações, qualificadas com o ”fake news” pelo empresário, pela Lei de Acesso à Informação (LAI).
Nesta sexta-feira, 24, o empresário foi alvo de operação liderado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do inquérito das fake news, que determinou que o Twitter derrube as contas de diversos bolsonaristas e ativistas de extrema direita na rede social.

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Patacoada! Conselho de Educação Física denuncia Claudia Raia por dar dicas de exercícios físicos



Uma denúncia feita pelo Conselho Regional de Educação Física contra a atriz Claudia Raia causou bastante repercussão nas redes sociais. O motivo alegado: prática ilegal da profissão, uma vez que ela tem postado vídeos em seu perfil no Instagram ensinando seus seguidores a fazerem exercícios físicos, mesmo não sendo formada na área.


A atriz usou suas redes sociais para ensinar exercícios físicos, como polichinelo e pular corda, e foi denunciada por prática ilegal da profissão


No documento, o órgão - que é responsável por fiscalizar o exercício profissional -, afirma estar recebendo várias denúncias de  irregularidades quanto ao exercício da profissão de Educador Físico.

“Como se comprova através dos links, a Denunciada (a atriz) começa o vídeo explanando que  está iniciando com um aquecimento que pode ser realizado de qualquer jeito por quem está   acompanhando. Cita como exemplo: pular corda ou com um deslocamento frontal e lateral, que nada mais é do que uma corrida para frente e para trás ou de um lado para o outro e polichinelos (...) Não podemos permitir que, reiteradamente, pessoas não habilitadas exerçam  ilegalmente a profissão na prestação dos serviços à sociedade, como se Profissionais de Educação Física fossem”, diz um trecho.


A atriz divulgou o seguinte comunicado pela assessoria de imprensa: “Claudia Raia tem muito apreço e respeito pelos professores de educação física e instrutores e por muitos anos é acompanhada por seu personal trainer Tonhão (que está com ela há 20 anos). Sempre que faz algum exercício físico que é gravado, Claudia está sendo orientada e supervisionada por um profissional. Como profissional da arte, atriz e bailarina, que tem seu corpo como ferramenta de trabalho, ela tem consciência sobre o assunto e sempre alerta seu público sobre a necessidade de se exercitar sob supervisão e orientação profissionais. Inclusive nos referidos vídeos (citados pela CRF1), Claudia estava fazendo um treino do profissional de educação física Marcos Prado (professor de seu marido, Jarbas Homem de Mello) que estava monitorando o treino por videochamada”.


Moro diz que foi “usado” por Bolsonaro para passar imagem anticorrupção


“Eles estavam usando minha presença como uma desculpa, então eu saí”, disse o ex-ministro da Justiça em entrevista ao jornal britânico Financial Times


O ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro Sergio Moro disse que foi “usado” pelo atual governo para passar a imagem anticorrupção. “Uma das razões para eu sair do governo foi que não estava se fazendo muito (pela agenda anticorrupção)”, declarou em entrevista ao jornal britânico Financial Times. “Eles estavam usando minha presença como uma desculpa, então eu saí. A agenda anticorrupção tem sofrido reveses desde 2018”, acrescentou.

Moro declarou ainda que não se combate corrupção sem respeitar a lei e as instituições. “Ele mudou o diretor da Polícia Federal sem pedir minha opinião e sem uma boa causa. Não acho que dá para combater corrupção sem respeitar a lei e a autonomia das instituições que investigam e denunciam crimes”. A mudança no comando da PF foi o que causou a saída de Moro do governo. Seu pedido de demissão veio junto com uma denúncia de interferência do Executivo na corporação por interesses pessoais, de defender os filhos do presidente.


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