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terça-feira, 28 de julho de 2020

Jequié Bahia: Homem desenterra a mãe após surto psicótico em cemitério



Na madrugada de ontem, domingo, 26, um morador surtou na cidade de Jequié, foi até o cemitério durante a madrugada, desenterrou a mãe que faleceu de COVID-19 há alguns dias, abraçou o cadáver e sumiu.

Segundo a família “Paulo” está nas ruas e precisa ser contido, pois teve contato com um cadáver contaminado pela COVID. Um primo contou a reportagem, que após perder a tia e a mãe, Paulo ficou muito abatido por não ter conseguido se despedir, daí ele foi ao cemitério e fez a loucura, abraçou o cadáver da mãe e sumiu nas ruas.

Os coveiros ficaram assustados ao encontrarem o cadáver fora do caixão e acionaram a polícia. 

Alerta Jequié

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PORTADORA DE CÂNCER RARO, BAIANA PRECISA DE MEDICAÇÃO MENSAL QUE CUSTA R$ 36 MIL



Uma moradora de Feira de Santana está enfrentando graves problemas com a obtenção de medicamentos fundamentais para manter-se viva. Karolline Hadeydi, moradora de Feira de Santana, foi diagnosticada com mieloma múltiplo há três anos e, após quatro protocolos, encontrou uma combinação que reduz os impactos da doença.

O mieloma múltiplo é um tipo de câncer que afeta a medula óssea e afeta a produção de anticorpos que combatem vírus e bactérias. Geralmente a doença atinge idosos, mas, aos 31 anos, Karolline, que atualmente tem 34, descobriu a doença.

Foi durante uma cirurgia de reparação nas mamas que exames mostraram que a hemoglobina de Karoll estava baixa, além do normal. Ela conta que ter descoberto a doença logo no início foi um fator positivo.

“Descobri cedo. Tem gente que descobre já em estado mais avançado e aí não tem como fazer o tratamento que estou fazendo”.

O protocolo, que melhor atendeu Karolline, é composto por duas medicações: uma venosa, que é a quimioterapia (Kyprolis) que deve ser tomada semanalmente, e outra é em capsulas, o Revlimind, que vem com 21 comprimidos. As medicações precisam ser tomadas todo mês. Juntas, o valor é de R$ 34 mil.



Foto: Instagram
Entretanto, somando o auxílio que recebe do INSS com o salário do esposo, policial, Karoll não consegue adquirir o medicamento. “Não temos essa renda, não”. Ela acionou o governo da Bahia na justiça para conseguir que o estado lhe fornecesse a medicação.

A última vez que ela tomou a medicação foi em junho, quando lhe foi entregue somente uma, das três carterlas da caixa.


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INSTITUTO EMILIO RIBAS DESMENTE MÉDICO DEFENSOR DA CLOROQUINA




INSTITUTO EMILIO RIBAS DESMENTE MÉDICO DEFENSOR DA CLOROQUINA



O mais importante Instituto de Infectologia do Brasil, o Emilio Ribas, de São Paulo, divulgou uma nota oficial tornando pública sua oposição ao uso da Cloroquina e da Hidroxicloroquina no tratamento da Covid 19.

O médico Francisco Eduardo Cardoso Alves, nótorio defensor do daqueles medicamentos e candidato na chapa oficial à Associação Médica Brasileira (chapa 1),  segundo a nota, está afastado dos quadros do Emilio Ribas há dois anos e meio.

Em recente julgamento na Justiça Federal do Piauí, em Teresina, como depoente, Francisco Eduardo Cardoso Alves identificou-se falsamente como membro do corpo clínico do Instituto Emilio Ribas e atacou seus colegas que não prescrevem a cloroquina aos pacientes: “lavarão as mãos no sangue das vítimas”.

A revolta no meio médico e cientifico ocasionou a nota oficial abaixo:




NOTA DE ESCLARECIMENTO DO INSTITUTO DE INFECTOLOGIA EMÍLIO RIBAS


O Instituto de Infectologia Emílio Ribas esclarece que o médico Francisco Eduardo Cardoso Alves está afastado há dois anos e meio da instituição, não fazendo parte, portanto, da linha de frente no atendimento à covid-19. Sua posição sobre o uso da cloroquina e hidroxicloroquina não reflete a opinião do corpo clínico do hospital, tampouco os protocolos internos adotados na instituição

São Paulo, 28 de julho de 2020.

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