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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Esta é Carolinny Vieira. Bela e sensual.


Ela participou do nosso ensaio ao vivo e deixou os usuários malucos querendo saber seu nome: a beldade se chama Carolinny Vieira, têm apenas 21 anos e atua como Biomédica. Em nossa entrevista a loira confessou que “adora jogos de sedução”, não abre mão de se divertir, torce para o São Paulo - e costuma brincar consigo mesma quando está sozinha... Ficou curioso? Confira o ensaio exclusivo com a gata na íntegra



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Bella da Semana


Bíblia passou por 'Photoshop' no século XVI para agradar rei inglês, segundo pesquisador




Thomas Cromwell, autor de versão diferente de uma imagem, foi ministro chefe do rei inglês Henrique VIII, sendo uma figura-chave na Reforma Protestante que ocorreu na Inglaterra do século XVI.

Uma cópia da Grande Bíblia do século XVI dada a Henrique VIII foi manipulada por Thomas Cromwell, afirma o pesquisador israelense Eyal Poleg, da Universidade Queen Mary de Londres.
A cópia pessoal do rei da Grande Bíblia, que tem sido mantida na biblioteca do Colégio de São João na Universidade de Cambridge, Reino Unido, desde o século XVII, foi analisada com a ajuda de um microscópio digital e técnica de raios X por Poleg e pela pesquisadora sênior Paola Ricciardi para concluir que tinham sido feitas certas "manipulações" no livro.
"Foi realizado de forma tão profissional que são necessários um microscópio e uma boa fonte de luz para vê-lo", explicou Poleg ao jornal Haaretz. "O que aconteceu no século XVI, na corte de Henrique VIII, se assemelha ao Photoshop de hoje."
As escrituras foram dadas ao governante inglês, mas seu conselheiro real próximo, Thomas Cromwell, rompeu os laços com a Igreja Católica e criou a Igreja da Inglaterra. A primeira tradução da Bíblia hebraica, chamada de Grande Bíblia, foi então publicada em 1539, para ser distribuída às igrejas de todo o país e lida durante os serviços religiosos.
Thomas Cromwell usou imagens bíblicas cortadas e coladas para ganhar o favor de Henrique VIII".
Segundo Poleg, "foi a primeira vez que todas as igrejas do reino foram ordenadas a comprar as Escrituras Sagradas em língua inglesa".

Manipulação do retrato

Cromwell teve um papel importante durante o processo da Reforma Inglesa, e também foi imortalizado em uma das ilustrações das escrituras impressas. No entanto, o cientista observa que ele pode eventualmente ter ficado cauteloso com sua representação no livro, que é explicado pelo fato de que existem algumas diferenças significativas entre seu retrato na versão da Bíblia distribuída às igrejas e o que foi dado ao rei, impresso em livro de 1539.
Na versão original, o conselheiro político foi retratado como dando cópias do livro sagrado ao povo comum, algo que ele poderia ter temido que não seria aprovado pelo rei, nota Poleg. Assim, na versão das escrituras dadas a Henrique VIII, a que foi mantida na biblioteca da universidade, a imagem foi redesenhada para mostrar Cromwell recebendo a Bíblia do rei.
"Cromwell, com seus sentidos políticos aguçados, mudou a imagem para agradar Henrique VIII", diz Poleg. "Ele reconheceu o risco que enfrentava e a falta de desejo do rei em apoiar a distribuição das escrituras para o povo comum."
Outras manipulações alegadamente incluíram as mudanças feitas em uma ilustração de uma mulher, alegadamente para torná-la mais identificável como Jane Seymour, a esposa "amada" de Henrique VIII, que morreu logo após ter dado à luz seu filho, o rei Eduardo VI.

Grande Bíblia, publicada por ordem do rei Henrique VIII da Inglaterra
"Com a ajuda de análises avançadas, descobrimos que seu vestido era colorido com listras prateadas, e sua cabeça era decorada com uma folha dourada, o que a tornou uma figura mais distinta na ilustração", diz o historiador, argumentando que o gesto foi aparentemente feito com o mesmo propósito, para agradar o rei.
Apesar de tudo, Henrique VIII acabou mais tarde retirando seu apoio em distribuir a Grande Bíblia entre o povo comum, e aprovou mesmo leis para impedir as mulheres e as pessoas das classes mais baixas de lê-la. Ele também ficou desapontado com seu principal ministro Cromwell, que foi declarado traidor depois que o rei se casou com Ana de Cléves. Cromwell foi decapitado em 1540, depois de menos de 10 anos no cargo.

Fortaleza militar dos EUA, Alasca recebe caças de última geração



Pentágono ordenou o envio de novos caças de quinta geração F-35A ao Alasca, solidificando a presença do país na região ártica.

No final de junho, o Pentágono enviou à base aérea de Eielson, no Alasca, três caças de última geração F-35A. Os primeiros caças chegaram em abril, o terceiro avião chegou um mês depois, em maio de 2020. Portanto, a base abriga seis aeronaves deste tipo atualmente.
Está previsto que dois dos aviões F-35A recém-chegados participem de manobras, que ocorrem no estado, imitando caças russos. As autoridades militares norte-americanas preveem que até dezembro de 2021 outros 48 caças tomem a mesma direção. Desta forma, o Alasca terá a maior concentração destes novos aviões militares.
Prevê-se que os pilotos dos caças F-35A da base aérea de Eielson continuem treinando junto com 18º Esquadrão Agressor, equipado com aviões F-16 Fighting Falcon e F-22 Raptor, da 3ª Ala destacada na base aérea de Elmendorf-Richardson, também localizada no Alasca.

© AP PHOTO / JUSTIN CONNAHER
Treinamentos do inverno na base conjunta de Elmendorf-Richardson em Alasca, EUA

Estados Unidos avançam no Extremo Norte

Desde 2013, nos Estados Unidos existe a Estratégia Nacional para a Região Ártica, que regula as ações de Washington no Extremo Norte do planeta. Além do mais, o país aumenta constantemente sua presença na região: em particular, envia cada vez mais aeronaves de combate à zona.
O Alasca é o maior centro para a presença militar dos Estados Unidos na zona ártica: lá eles contam com 28 aeródromos de diferentes tamanhos que podem receber até 600 aviões de combate. A base aérea de Eielson é uma das principais fortalezas do país norte-americano na região, por isso recebe alguns dos primeiros caças F-35A no estado.
De acordo com os planos dos Estados Unidos, as aeronaves militares e submarinos são as armas com as quais os Estados Unidos poderiam conter a Rússia no Ártico em curto prazo.
No Alasca se encontra um efetivo de 27 mil militares, além de 14 embarcações da Guarda Costeira, um número que deve crescer ao longo dos próximos anos.