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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

EUA convenceram União Europeia a acreditar na 'invasão' russa da Ucrânia, diz jornal

 


EUA compartilharam ativamente certas informações de inteligência a fim de convencer a União Europeia e a OTAN dos supostos planos de Moscou de preparar uma invasão da Ucrânia, relata o Financial Times.


Altos funcionários informaram ao jornal neste domingo (5) que a "partilha sem precedentes" de relatórios de inteligência norte-americanos sobre os posicionamentos militares da Rússia ao longo da fronteira ajudaram a convencer os países europeus, que expressavam seu cepticismo, entre os quais a Alemanha, de que a Rússia poderia "em breve enviar suas tropas à Ucrânia".

"Muitos aliados não estavam convencidos de que coisas sérias estavam acontecendo", disse um funcionário ao jornal.

"Ficamos surpresos com essa lacuna [de inteligência] – como e por que os EUA estavam vendo coisas que não estávamos vendo", afirmou um alto funcionário europeu.

Autoridades europeias de defesa e segurança disseram à mídia que o presidente dos EUA, Joe Biden, tem agora o apoio da OTAN e da União Europeia (UE) para a introdução de possíveis medidas de retaliação contra a Rússia.
Presidente dos EUA, Joe Biden, na Casa Branca, 22 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 04.12.2021
Panorama internacional
Presidente dos EUA não aceita 'linhas vermelhas' de Putin sobre situação na Ucrânia


Ressalta-se também que Biden planeja alertar Vladimir Putin, durante a conferência virtual programada para esta terça-feira (7) contra quaisquer ações agressivas em relação à Ucrânia.
Ao longo das últimas semanas, a Ucrânia e alguns países ocidentais têm expressado preocupações com o suposto aumento das forças militares, algo que descrevem como "ações agressivas" da Rússia, ao longo da fronteira russo-ucraniana.
Moscou tem repetidamente refutado tais alegações, com a presidente russo afirmando que se trata de declarações "alarmistas" e infundamentadas. As autoridades russas disseram também que não representam ameaça a nenhum país e não vão atacar ninguém.

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Ela é puro êxtase: conheça Juliana Rizzi, gata eleita Musa da Chapecoense 2021

 



A modelo e estudante de Direito, Juliana Rizzi conquistou o posto de Musa da Chapecoense no último sábado (16) pelo concurso Musa do Brasileirão, ganhando o título após ser eleita pela organização do concurso.

 

Dona de um corpo escultural, a moradora de Balneário Camboriú, no litoral catarinense, contou sobre seu sentimento de emoção ao saber que seria a representante do time que tanto ama.

 

“Sucesso é esforço, trabalho e dedicação constante. Essa história de sorte não existe, sucesso é o mérito de quem não desiste! Sou Musa Oficial 2021 da Chapecoense!”, declarou a nova musa da Chape. 

 

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Fotos: Reprodução


Fonte: Celebs

França acusa Reino Unido de manter estrutura de 'escravidão moderna' em meio à crise migratória


 

A declaração, feita nesta segunda-feira (29) pelo secretário de Estado francês para Assuntos Europeus, Clément Beaune, é resultado da instabilidade entre os dois países mediante a crise migratória no canal da Mancha e no estreito de Dover.


O secretário de Estado não poupou críticas ao governo do país vizinho durante entrevista à cadeia francesa de rádio France Inter: "Um dos motores da economia inglesa, não toda, obviamente, é o trabalho ilegal […] Existe, vamos dizer, um modelo econômico que, às vezes, parece uma estrutura de escravidão moderna, ou pelo menos um indicativo de que o trabalho ilegal é muito forte".

Ainda durante a entrevista à France Inter, o secretário defendeu o governo francês dizendo que "a exploração de trabalhadores ilegal é menor na França, pois existe mais fiscalização".
Também nesta segunda-feira (29), o ministro do Interior da França, Gérald Darmanin, cobrou mudanças do governo britânico para poder por fim na crise migratória.

A declaração foi dada durante uma entrevista ao canal BFMTV, na qual ele pontuou os dois maiores problemas, que seriam "a inexistência de um caminho legal para os migrantes chegarem ao Reino Unido [...], e a facilidade de se conseguir emprego sem identificação".
A relação entre os dois países piorou quando, na última quarta-feira (24), um barco que levava migrantes da França para o Reino Unido afundou no canal da Mancha, deixando pelo menos 27 mortos, segundo a agência de notícias Reuters.
A maioria das pessoas que tenta cruzar o canal da Mancha e o estreito de Dover está fugindo de áreas de conflito como Afeganistão, Iraque, Eritreia e Sudão.