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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Dinamarca anuncia apoio financeiro de 22 milhões de euros à Ucrânia em meio a tensões com Rússia

 


Copenhague acusa a Rússia de realizar uma "mobilização perto da fronteira ucraniana" e envia por isso à Ucrânia uma nova e maior tranche de fundos após a anterior, de 2018.


O Ministério das Relações Exteriores da Dinamarca anunciou no domingo (16) que o país destinará € 22 milhões (R$ 138,28 milhões) à Ucrânia como parte de um "programa de apoio abrangente".
Segundo o comunicado, o financiamento ajudará a "fortalecer a resiliência e capacidade da Ucrânia de gerir as consequências severas do conflito em curso na Ucrânia oriental", com Jeppe Kofod, chanceler da Dinamarca, culpando a Rússia pela "mobilização perto da fronteira ucraniana".

"Também estamos aumentando nossa contribuição ao treino militar da Ucrânia e nossa assistência para pôr o pessoal militar ucraniano em linha com os padrões da OTAN", revelou Trine Bramsen, ministra da Defesa.

Além da área militar, a declaração refere que a assistência procurará "melhorar o diálogo entre pessoas dos dois lados da linha de contato, de forma a promover a resolução do conflito e reconciliação local".
Na região de Yasne, leste da Ucrânia, um soldado ucraniano se posiciona em uma trincheira na fronteira com a República Popular de Donetsk, em 14 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 14.01.2022
Panorama internacional
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Trata-se de um novo apoio financeiro, depois que Copenhague ofereceu € 16,1 milhões (R$ 101,19 milhões, na conversão atual) a Kiev entre 2018 e 2021.
Países ocidentais têm culpado a Rússia por supostamente se preparar para invadir a Ucrânia, com Moscou respondendo que tem todo o direito de movimentar tropas dentro de seu próprio território e que isso é uma resposta à militarização junto das fronteiras russas pela OTAN, inclusive na Ucrânia, que não é Estado-membro da Aliança Atlântica.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Modelo Mel Lima arrasa com corpo escultural nas redes sociais

 


Ela faz um enorme sucesso por onde passa, além de arrasar com sua beleza e seu corpo escultural. Dona de um corpo perfeito e com curvas que deixam qualquer um babando, a modelo Mel Lima encanta nas redes sociais com cliques que demonstram que ela está com o shape em forma.

 

Impossível não ficar completamente encantado com tamanha beleza dessa loiraça que é apaixonada por tirar fotos para exibir seu corpão e suas curvas impressionantes através de ensaios sensuais, cliques de biquíni e selfies ousadas.

 

Mel Lima recebe uma chuva de elogios dos seus milhares de seguidores que ficam completamente encantados com a beleza dessa sexy modelo. Na sua caixa de comentários são diversos os adjetivos para a gata. “Linda maravilhosa”, elogiou um seguidor. “Que mulher é essa Brasil”, destacou outro. “Gata exuberante”, concluiu um terceiro. 

 

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  • Fotos: Reprodução


    Fonte: Celebs

    Antigo império andino produzia cerveja alucinógena que permitia manter estrutura política e social

     


    A elite wari compartilhava a bebida com a população durante as longas festas, garantindo a manutenção do poder, segundo os pesquisadores.

    Uma equipe de pesquisadores descobriu que o Império Wari do Peru, entre os anos 600 e 1.000 d.C., utilizava a cerveja misturada com uma substância alucinógena para realizar festas prolongadas, o que permitiu a seus líderes fortalecer sua estrutura social e política, detalha um artigo publicado na revista Antiquity.
    Liderados por Matthew Biwer, professor de arqueologia do Dickinson College, na Pensilvânia, os especialistas escavaram um sítio chamado Quilcapampa, onde descobriram um poço com aproximadamente um milhão de restos botânicos, incluindo sementes de uma árvore conhecida como molle, utilizadas para fabricar uma bebida alcoólica fermentada chamada chicha, similar à cerveja.
    A equipe também encontrou próximo do local, sementes de árvores de angico-branco, que possuem propriedades alucinógenas.

    Ao misturá-las, a comunidade wari obteve uma bebida que, segundo Biwer, gerava um "efeito alucinógeno muito leve e controlado".

    A bebida era compartilhada com a comunidade durante festas prolongadas, e teria ajudado os líderes a aumentar seu vínculo com a população.
    Dessa forma, o grupo dominante mantinha sua posição de superioridade e criava na sociedade uma sensação de dívida por ter tido essa experiência.
    De acordo com os autores do estudo, a cultura wari oferecia "festas psicotrópicas memoráveis e coletivas, porém se assegurava de que não pudessem ser replicadas de maneira independente", devido à dificuldade de obter e preparar a bebida que permitia às elites "legitimar e manter seu status elevado".

    Além disso, os pesquisadores observaram que compartilhar a bebida com a sociedade representava um elemento central do "desenvolvimento político andino", onde o "maior número" de pessoas podia "participar coletivamente dos efeitos de um alucinógeno".
    Nesse sentido, concluíram que a "experiência psicotrópica" servia para "reforçar o poder do Estado wari" e era um "passo intermédio entre as estratégias políticas exclusivas e corporativas".