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sábado, 29 de fevereiro de 2020

Navio de guerra americano foi 'confrontado' por OVNI pilotado por humanos, segundo ufóloga



Famoso caso de "aparição" de OVNI próximo ao porta-aviões americano USS Nimitz teria participação de seres humanos por trás do objeto não identificado.

De acordo com a ufóloga Diane Tessman, o porta-aviões USS Nimitz não foi testemunha de um OVNI só uma vez, tendo detectado a presença de "frotas de OVNIs" por diversas vezes ao largo do sul da Califórnia, EUA, entre a cidade americana de San Diego e a mexicana Tijuana.
No seu livro "Future Humans and the UFOs" ("Humanos do Futuro e os OVNIs", em tradução livre) a ufóloga revela que a embarcação passava regularmente pela região.
Em entrevista ao tabloide Daily Star, Tessman declarou:
"Eles [os OVNIs] deveriam saber que a Marinha [americana] estava fazendo manobras lá e eles pareciam não se importar de ser vistos. Além disso, os OVNIs ficaram engajados em uma espécie de jogo de gato e rato [...] O comportamento deles me parecia humano. Eles mostram orgulho e arrogância assim como os pilotos de caças fazem em uma disputa, uma disputa não violenta, parecendo ter tecnologias avançadas."

'Humanos do futuro'

Comentando sobre a autoria da suposta aparição alienígena, Tessman afirma que se trataria de seres semelhantes aos humanos, ou humanos.
"Minha resposta ao quebra-cabeça do OVNI é que eles parecem ser mais humanos do futuro do que alienígenas, tendo em vista como os OVNIs se movem, eu não acho que isso possa ser desta Terra ou deste tempo. Esta é a conclusão tirada pelos especialistas", acrescentou.
A ufóloga fundamenta sua opinião na maneira como o suposto OVNI realizou suas manobras, de forma semelhante às estratégias militares terrestres.
Além disso, a perseguição do tipo gato e rato seria muito "humano" para ser alienígena.

Caso Nimitz

Em 2004, marinheiros e pilotos de caça do porta-aviões americano USS Nimitz teriam avistado perto da embarcação objetos voadores não identificados na costa sul da Califórnia.
Por sua vez, o governo americano confirmou o ocorrido dizendo que se tratava do avistamento de algo não identificado.

Objetivo de Israel é expulsar Irã da Síria nos próximos 12 meses, afirma ministro da Defesa



Durante os seus 100 dias no cargo de ministro da Defesa, Naftali Bennett tem intensificado as ações de Israel contra as forças iranianas que Tel Aviv afirma estarem presentes na Síria.

Tel Aviv definiu como objetivo expulsar as forças iranianas da Síria nos próximos 12 meses, disse o ministro da Defesa de Israel, em entrevista ao Jerusalem Post.
"Estabeleci o objetivo de dentro de 12 meses o Irã deixar a Síria", afirmou Bennett ao jornal no início desta semana. "O Irã não tem nada a buscar na Síria, eles não são vizinhos, eles não têm nenhuma razão para se estabelecer ao lado de Israel e nós iremos retirar o Irã da Síria em um futuro próximo", afirmou.
De acordo com relatórios internacionais, não se trata de apenas um aumento da intensidade dos ataques, mas também mudar os tipos de alvos que têm sido atingidos.
"Se no passado a maioria dos alvos eram comboios isolados que entravam na Síria a partir do Irã via Iraque e seguiam para as Colinas de Golã ou Líbano, agora os alvos são completamente diferentes", salientou Bennett.
Na semana passada, uma empresa de inteligência israelense divulgou imagens de um suposto ataque aéreo contra o aeroporto de Damasco, na Síria.
Os ataques foram realizados no dia 13 de fevereiro. Uma semana antes, mais de 20 militares foram mortos durante uma alegada ofensiva de mísseis israelense.
"A imprensa internacional informou nesta semana que 23 sírios e iranianos foram mortos ali. Esses são grandes números e faremos [isso] cada vez mais", afirmou o ministro da Defesa de Israel, Naftali Bennett.
Israel expressou, por diversas vezes, sua preocupação com a suposta presença militar iraniana na Síria. Já o Irã nega que tenha tropas no país árabe. Contudo, Tel Aviv teme que Teerã utilize as suas forças na Síria para atacá-lo.

Síria acusa EUA de venderem petróleo sírio através da Turquia



Ministro do Comércio Interior da Síria, Atef Naddaf, disse que seu país é obrigado a importar petróleo, enquanto os EUA mantêm forças em zonas ricas de petróleo do seu país.

Em declaração ao canal de TV Rossiya 24, Atef Naddaf disse:
"Nosso inimigo, os EUA, vendem [petróleo] à Turquia, etc, e através da Turquia para fora [a outros países]".
Ainda segundo o ministro, isso acontece ao mesmo tempo que a Síria é obrigada a importar petróleo, que só se pode comprar em dólares.
Contudo, os bancos do país estão impedidos de realizar atividades financeiras livremente fora do país devido às sanções norte-americanas.
Anteriormente se tornou pública a informação de que os EUA estavam planejando a construção de duas bases militares na Síria, sendo que ambas ficariam próximas de poços de petróleo sírios.

Saída sem prazo

Apesar do presidente norte-americano, Donald Trump, ter demonstrado interesse em remover suas forças militares do país árabe, os mais recentes eventos apontam para a manutenção das forças do Pentágono na Síria.
Enquanto isso, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, declarou ontem (28) que seu país busca uma forma para ajudar a Turquia no conflito sírio.