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sexta-feira, 8 de maio de 2020

Carla Diaz posa como odalisca e impressiona seguidor: “Anjo perfeito”



Carla Diaz elevou a temperatura da timeline na noite desta quinta-feira (7) ao compartilhar com seus 2 milhões de seguidores do Instagram uma sequência de cliques provocantes em que aparece caracterizada como uma odalisca.

Nas fotos de 2017, a atriz aparece com um look característico da prática de dança do ventre, ela vestia um top verde com franjas e uma saia longa no mesmo tom, além de diversos ornamentos e joias na cor dourada.

Nas legendas das postagens, a loira lembrou da personagem, Carine, que interpretou na novela “A força do querer”, além de fazer uma brincadeira sobre o look: “Certamente essa novinha vai arder no mármore do inferno”, brincou.

Nos comentários de ambas as postagens, os fãs foram nostálgicos em relação à personagem e também usaram o espaço para elogiar a eterna “Maria” de Chiquititas. “Belíssima!”, exclamou um internauta. “Obrigado meu Deus, por esse anjo perfeito”, agradeceu um fã. “A cada ano que passa você fica mais linda”, observou um terceiro.

A relação de Carla Diaz com a dança do ventre já é antiga, em 2001, quando tinha apenas 11 anos, a atriz viveu a personagem Khadija, na novela “O Clone”, quando popularizou o bordão “Insha’Allah”.


Aos 45 anos, Solange Almeida mostra boa forma ao renovar bronzeado de biquíni


Solange Almeida ganhou elogios dos fãs ao compartilhar no Instagram nesta sexta-feira (8) cliques do corpão. A cantora renovou o bronzeado e mostrou a boa forma de biquíni. “Bom dia, povo! Vamos de vitamina D?”, legendou.

A postagem rendeu uma sequência de elogios nos comentários. “Se eu fosse seu vizinho subiria no muro”, disse um. “Chuva de desaforo, né? Vai ser linda assim na quarentena”, brincou outra. “Que mulher perfeita”, acrescentou mais uma.

Em outra publicação recente, Solange mostrou na rede social o antes e depois da cirurgia bariátrica. Na ocasião, a cantora falou sobre as mudanças que o procedimento trouxe para a saúde e carreira.








O que navios da OTAN estariam fazendo perto do Ártico russo pela 1ª vez desde fim da Guerra Fria?



Pela primeira vez desde o fim da Guerra Fria, forças navais da OTAN navegam no mar de Barents, o que refletiria a importância do Ártico na nova estratégia de Washington contra a Rússia, segundo especialista militar ouvido pela Sputnik.

Em 4 de maio uma força naval da OTAN composta por três destróieres norte-americanos e uma fragata britânica, acompanhados de perto por um navio de abastecimento da Marinha norte-americana, assomaram no mar de Barents, no oceano Glacial Ártico.

© FOTO / MARINHA DOS EUA
Marinhas dos EUA e do Reino Unido realizam exercícios marítimos conjuntos no Ártico (foto de arquivo)
A frota ficou em águas internacionais, não chegando a violar a zona econômica exclusiva da Rússia. Contudo, a presença foi considerada inoportuna pelas autoridades russas, mesmo tendo sido previamente avisadas da operação pelo alto comando norte-americano.
A missão da OTAN se destinaria alegadamente a garantir a segurança em condições meteorológicas adversas, manter a liberdade de navegação e exercitar a contínua interação entre aliados, e foi acompanhada de perto por forças navais e aéreas da Rússia.

Finalidade do exercício

O especialista militar Viktor Murakhovsky, ouvido pela Sputnik, afirmou que a OTAN "enviou navios de guerra para as fronteiras marítimas da Rússia a fim de demonstrar a 'força e prontidão' da aliança tendo como pano de fundo os exercícios cancelados", aludindo a um exercício semelhante planejado para o largo da costa da Noruega, mas que foi interrompido devido ao coronavírus.
Navios da Marinha dos EUA não apareciam no mar de Barents desde a Guerra Fria, nos anos 80. Naquela época, a Frota do Norte da União Soviética, tal como a Frota do Pacífico, era considerada uma séria ameaça para os Estados Unidos e seus aliados.
"Não vou revelar um grande segredo se disser que estamos criando no Ártico um sistema de vigilância abrangente para monitorar a situação no ar, na superfície marítima e debaixo d'água. Seus elementos essenciais já foram colocados em funcionamento. A visita dos destróieres no mar de Barents é uma excelente oportunidade para testar este sistema", afirmou o especialista militar.
Murakhovsky assinalou que tem havido nos últimos tempos uma mudança na estratégia geral naval do Pentágono. Se após o fim da Guerra Fria os norte-americanos desconsideravam o poderio naval russo e, com exceção de suas visitas ao mar Negro, estavam principalmente engajados em operações de inteligência junto das fronteiras terrestres da Rússia, agora veem na Rússia e na China duas potências que não poderão ignorar.
"Por isso, eles estão mudando o foco de seu treinamento operacional e de combate, a estrutura das Forças Armadas e até mesmo os conjuntos de armamento e equipamento militares. E a entrada da força naval no mar de Barents é um dos elementos dessa estratégia", garantiu o especialista.

Rota Marítima do Norte

Especialistas e políticos concordam que a visita sem precedentes de uma força de ataque de navios dos EUA e do Reino Unido ao mar de Barents representa um passo para o aumento da presença militar da OTAN na região do Ártico, fato que tem preocupado a Rússia.
Vale recordar que já em janeiro, Nikolai Korchunov, diplomata do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, alertou para o fato de a crescente atividade da OTAN no Ártico "criar tensão, o que prejudica a preservação da região como zona de paz, estabilidade e interação construtiva".

Mudança de paradigma

Representantes dos EUA têm se pronunciado repetidamente sobre planos para tornar a região "livre para uso internacional", tendo sido mesmo em 2019 publicada a "doutrina do Ártico", que implica, entre outras coisas, o bloqueio da Rota Marítima do Norte por navios de guerra.
Assim, o Ministério da Defesa russo vê-se na contingência de aumentar sua própria presença militar na região.

© SPUTNIK / ALEKSEI DRUZHININ
Todo-o-terreno do presidente russo, Vladimir Putin, percorre a ilha Terra de Alexandra, no arquipélago ártico da Terra de Francisco José, na Rússia (foto de arquivo)
No final de fevereiro, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, anunciou a implantação de mais uma divisão de defesa antiaérea no Ártico, asseverando que a Rota Marítima do Norte está sob proteção segura, assegurando a "defesa de instalações industriais importantes e a proteção dos interesses econômicos da Rússia na zona do Ártico".
"Lançamos ali uma base confiável para a criação da infraestrutura militar. Nas ilhas dos arquipélagos árticos foram construídos complexos administrativos e residenciais sem paralelo no mundo, onde os militares prestam serviço em regime de rotação", salientou o ministro.
As opiniões expressas nesta matéria podem não necessariamente coincidir com as da redação da Sputnik