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sexta-feira, 12 de junho de 2020

'Cisnes brancos' em céu noturno: bombardeiros Tu-160 treinam reabastecimento aéreo à noite (VÍDEO)




Tripulações de um avião de abastecimento Il-78 e um bombardeiro estratégico Tu-160 efetuaram reabastecimento aéreo durante a noite. O vídeo das manobras foi disponibilizado pelo Ministério da Defesa russo.

O reabastecimento foi feito a mais de 5.000 metros de altura a uma velocidade de cerca de 600 km/h. Para a realização do exercício, em ambas as aeronaves foram instalados equipamentos especiais que proporcionam iluminação adicional em condições noturnas.
O treinamento foi efetuado por especialistas da aviação de longo alcance da Força Aeroespacial da Rússia.
Tu-160 é um bombardeiro estratégico, sendo considerado a maior e mais poderosa de todas as aeronaves supersônicas de geometria variável e o avião de combate mais pesado do mundo.
Estes aviões são capazes de transportar mísseis de cruzeiro de longo alcance com ogivas nucleares.

Mais vistas da semana

França lança míssil M51 para reafirmar sua capacidade de dissuasão nuclear



Um míssil balístico estratégico M51 foi hoje (12) disparado pelos militares franceses para reafirmar sua capacidade de dissuasão nuclear, anunciou oficialmente a ministra da Defesa do país.

Um míssil balístico estratégico M51 foi disparado pelos militares franceses na madrugada de hoje (12), na ponta da Penmarc'h, Finisterra, França, disse a ministra da Defesa francesa, Florence Parly, em seu Twitter.
Le sous-marin nucléaire lanceur d’engins (SNLE) Le Téméraire a tiré avec succès un missile balistique stratégique M51 au large du Finistère. Cet essai démontre notre excellence technologique et notre attachement à la souveraineté française.

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O submarino nuclear lançador de mísseis (SNLE) Le Téméraire disparou com sucesso um míssil balístico estratégico M51 ao largo da [costa da] Finisterra. Este teste demonstra nossa excelência tecnológica e nosso empenho na soberania francesa.
O míssil balístico foi disparado a partir do submarino de propulsão nuclear Le Téméraire, tendo cabido ao navio de ensaios e medidas Monge, da Marinha francesa, o rastreamento do voo e verificação da trajetória correta do míssil ao longo dos milhares de quilômetros, até o meio do Atlântico, nos Açores, onde caiu no mar.
A ministra também parabenizou "todos aqueles cujo empenho fez deste ensaio um sucesso. Seu envolvimento é essencial para a dissuasão nuclear da França e para nossa soberania".
Je félicite toutes celles et tous ceux dont l’engagement a permis le succès de cet essai. Leur implication est essentielle à la dissuasion nucléaire française et à notre souveraineté.
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Parabenizo todas aquelas e todos aqueles cujo empenho fez deste ensaio um sucesso. Seu envolvimento é essencial para a dissuasão nuclear da França e para nossa soberania

Um tiro de 100 milhões de euros

"Este tipo de tiro é muito caro, mais de 100 milhões de euros [R$ 567 milhões]", explicou à Valeurs Actuelles o general Jérôme Pellistrandi, editor-chefe da revista Défense Nationale.
Essa é a razão pela qual a França realiza poucos testes desta natureza, apesar de possuir quatro submarinos nucleares lançadores de mísseis balísticos, "em comparação com os Estados Unidos, que fazem um tiro por ano, ou os russos, que fazem até cinco por ano", acrescentou o general.
Para Pellistrandi, este disparo não foi apenas um teste técnico para os militares franceses, mas mais do que isso, é "um sinal claro enviado para o mundo inteiro".
Tal disparo é necessário "para garantir nossa capacidade de dissuasão [e] proteger a nossa soberania", concluiu o militar.

Segunda onda do coronavírus emerge em várias zonas dos EUA



A pandemia já deixou mais de 113 mil mortos e mais de dois milhões de pessoas contagiadas no país norte-americano.

Após o levantamento das restrições impostas para frear a pandemia do coronavírus, uma segunda onda começa a afetar vários estados dos Estados Unidos, como Flórida, Texas, Arizona e Califórnia, informou nesta quinta-feira (11) a Bloomberg.
"Se aproxima uma nova onda em algumas partes do país", explicou Eric Toner, pesquisador do Centro Johns Hopkins para Segurança da Saúde. "Atualmente é pequena e distante, mas está chegando", acrescentou.

'Um polegar dolorido'

Há aproximadamente um mês que as restrições na Flórida foram levantadas e, ao longo dos últimos sete dias, foram registrados neste estado 8.553 novos casos, mais que em qualquer outra semana. Contudo, e apesar da realização de mais testes, as taxas de resultados positivos seguem sendo baixas, em torno de 5,5%.
No Texas foram registradas 2.504 hospitalizações nesta quarta-feira, o que supõe um aumento de 4,7%, o maior aumento diário desde que começou a proliferação.
No que se refere ao Arizona, em 2 de junho se alcançou o máximo histórico de novos infectados, com 1.187. "[Arizona] sobressai como um polegar dolorido em termos de um problema maior", assegura Jeffrey Morris, diretor de Bioestatística da Universidade da Pensilvânia (EUA).

Ao que se deve?

A Califórnia registrou nesta semana o maior número de hospitalizações pela COVID-19 desde 13 de maio, apesar de ser o primeiro estado a implementar as medidas sanitárias, que se se prolongaram por mais tempo que em outros lugares.

© SPUTNIK / BRIAN SMITH
Pessoas com máscaras em uma rua de Nova York durante pandemia, nos EUA
Ainda que a contagem geral de casos em todo o país tenha aumento menos de 1% no começo desta semana, o menor incremento desde março, os especialistas estão preocupados por esta nova onda.
Os especialistas não estão confiantes de que o ressurgimento esteja relacionado com uma maior atividade econômica após a reabertura de diferentes estados, já que, por exemplo, na Geórgia os casos foram estancados, ainda que tenha sido o primeiro estado a aliviar as restrições.
Contudo, eles acreditam que ainda é cedo para saber se as manifestações massivas pela morte de George Floyd teriam contribuído para aumentar o número de contágios.
A COVID-19 já deixou mais de 113 mil mortos e mais de 2 milhões de infectados nos EUA, segundo os últimos dados da Universidade Johns Hopkins. Ao menos 538 mil pessoas se recuperaram desde o início da pandemia.