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quarta-feira, 15 de julho de 2020

Guarnições do Choque da Bahia, Rondesp, Peto e Operação Águia coloca ordem no Engenho Velho e Põe Facção para correr


Guarnições da Polícia de Choque da Bahia, Rondesp, Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto) e Operação Águia

Após diversos confrontos entre facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas que ocorreram, recentemente, no bairro do Engenho Velho da Federação, em Salvador, a Polícia Militar iniciou, nesta quarta-feira (15/7), um processo de ocupação na região.



O comandante geral da PM baiana, coronel Anselmo Brandão, representou a presença da Segurança Pública do Estado, durante revista às tropas que, por volta das 7h, estavam no local, quando garantiu que, apesar da topografia dificultada para a polícia realizar suas ações na região, garantiria o restabelecimento da paz aos moradores do bairro.




Foto: Fábio Gomes / TV Aratu

Guarnições da Polícia de Choque da Bahia, Rondesp, Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto) e Operação Águia fazem parte das ações de ocupação e combate ao tráfico de drogas que disseminou a ocorrência de diversos tiroteios pela disputa entre facções das localidades da “Lajinha” e do “Forno”.

AÇÃO NA MADRUGADA



Fotos: divulgação / SSP-BA

Segundo a SSP-BA, uma operação integrada das polícias Militar e Civil, na madrugada desta quarta-feira (15/7), capturou um traficante suspeito de homicídios no Engenho Velho da Federação. Arma branca e drogas foram apreendidas com o criminoso.

As equipes faziam incursões na localidade do Beco da Rabada quando visualizaram um grupo suspeito. Foi promovido o cerco e o criminoso terminou capturado. Com ele foram apreendidos 3 kg de maconha, porção de cocaína, uma balança, uma faca e 276 reais em espécie.

Guedes quer acabar com salário mensal: trabalho será pago por hora e precarização será a regra


Equipe econômica prepara-se para implementar projeto que, na prática, acaba com o salário mensal e estabelece a precarização como regra: a remuneração passará a ser por hora. Guedes pretende acabar com as férias remuneradas, 13º salário e FGTS no novo regime de trabalho


O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer liquidar de vez com o regime de trabalho vigente no país e inaugurar o tempo do regime de contratação por hora trabalhada, acabando com o salário mensal. Se o projeto for realizado, todos os trabalhadores do país serão precarizados, como os entregadores dos aplicativos.

Segundo o jornalista Antonio Temóteo, do UOL, o governo deve enviar ao Congresso Nacional uma proposta para criar o regime de contratação por hora trabalhada. Seria definido um valor mínimo por hora trabalhada, com base no salário mínimo, mas pode haver uma regulação “selvagem”, sem qualquer garantia para os trabalhadores.. Hoje já existe o trabalho intermitente, pago por hora, resultante da reforma nas relações de trabalho inaugura no governo Temer, depois do golpe contra Dilma Rousseff. 
A ideia de Guedes é que o regime de hora trabalhada acabe com direitos como férias remuneradas, 13º salário e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Entretanto, técnicos da equipe econômica têm alertado que esses benefícios são constitucionais, e a proposta dificilmente será aprovada no Congresso. Para os técnicos, os valores de férias, 13º e FGTS devem ser calculados proporcionalmente, com base nas horas trabalhadas.

Procurador pede para TCU proibir Jair Bolsonaro de ‘propagandear cloroquina’




O subprocurador do Ministério Público Lucas Rocha Furtado pediu nesta 3ª feira (14.jul.2020) ao TCU (Tribunal de Contas da União) que obrigue o presidente Jair Bolsonaro a deixar de “propagandear o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no trato da covid-19″.
Segundo Furtado, o chefe do Executivo federal estimula o uso de 1 remédio que não tem eficácia comprovada contra o novo coronavírus.
“A crua verdade é que a massa de brasileiros, em grande parte, ignorante e sem instrução, não tem meios nem condições de decidir pelos adequados caminhos a trilhar nesta horrível crise pandêmica”, escreve o procurador na peça.
“Essa importante e crucial tarefa cabe às autoridades científicas e à OMS [Organização Mundial da Saúde], bem como aos políticos e aos gestores públicos que se alinhem às diretrizes por elas estabelecidas. Destarte, é de se deduzir que somente políticos e gestores públicos mal-intencionados ou irresponsáveis agem de forma a contrariar o norte apontado pela comunidade científica e pela OMS nesta pandemia”, acrescenta Furtado.
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