Total de visualizações de página

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Pelo menos 13 pessoas apresentam paralisia facial em Israel após receberem vacina da Pfizer

 


Pelo menos 13 pessoas em Israel sofreram paralisia facial após receberem a vacina contra a COVID-19 da Pfizer/BioNTech, informa o Ministério da Saúde israelense, estimando que o número de casos pode ser maior.

Os funcionários da saúde suscitaram questões sobre se estas pessoas deveriam tomar a segunda dose da vacina, mas o Ministério da Saúde recomenda a sua administração.

"Durante ao menos 28 horas eu andei com isso [paralisia facial]", disse uma pessoa que sofreu este efeito colateral ao portal Ynet.

"Não posso dizer que [a paralisia] depois desapareceu completamente, mas tirando isso, não tive outras dores, exceto uma ligeira dor onde a injeção foi dada, mas não houve nada além disso", contou.

O indivíduo cujo nome não foi divulgado observou que a reação desagradável era "algo raro" ressaltando que era "importante" as pessoas serem vacinadas. No entanto, ele admitiu estar indeciso quanto a receber a segunda dose da vacina.

A professora Galia Rahav, chefe da Unidade de Doenças Infecciosas do Centro Médico Sheba disse que não se sentia "confortável" em administrar a segunda dose a alguém que sofreu paralisia facial após a primeira injeção.

"Encontrei recentemente, por exemplo, alguém vacinado que estava lidando com paralisia, e decidi não lhe dar uma segunda dose", disse ela.

"Ninguém sabe se isso está relacionado com a vacina ou não. É por isso que eu me absteria de dar a segunda dose a alguém que sofresse de paralisia após a primeira dose", disse ela ao portal.

Anteriormente, a Agência Norueguesa de Medicamentos comunicou que 23 idosos de mais de 80 anos morreram após serem vacinados com a vacina da Pfizer/BioNTech.

China adquire novo veículo off-road para apoio logístico a elevadas altitudes (FOTO)

 


O Exército de Libertação Popular (ELP) da China recebeu um veículo off-road recém-desenvolvido para missões de apoio logístico em planaltos de altitudes superiores a cinco mil metros.

Comissionado pelas tropas de transporte, o veículo poderá, efetivamente, resolver o problema relacionado a dificuldades na entrega de mercadorias para soldados de bases nas regiões de maior altitude, informou a Televisão Central Chinesa (CCTV, na sigla em inglês) no sábado (16), reporta The Global Times.

Projetado com esteiras feitas de metaloide, este novo veículo off-road pode percorrer encostas de 35 graus de inclinação, conforme o relatório, observando que pode entregar até 1,5 tonelada de mercadoria.


© FOTO / CCTV / CAPTURA DE TELA
Captura de tela do novo veículo off-road do Exército de Libertação Popular (ELP) da China

Graças a este veículo, até mesmo os soldados do ELP em altitudes superiores a cinco mil metros poderão receber mantimentos prontamente. Em uma missão recente, o veículo entregou dezenas de caixas de macarrão instantâneo e barris de água mineral, informou a mídia chinesa.

No entanto, o nome deste novo veículo ainda não foi revelado.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Delírios! 'COVID-19 tá mais lá embaixo': Bolsonaro diz que isolamento matou mais que coronavírus

 


O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (15) que o isolamento social, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para combater o coronavírus, matou mais brasileiros do que a COVID-19.

Em entrevista para o programa Pingo nos Is, da rádio Jovem Pan, o presidente afirmou ainda que "não ter por que ter esse trauma todo apenas preocupado com a COVID-19". 

"Esse lockdown, esse isolamento causa muito mais morte, por depressão, por suicídio, por falta de emprego lá na frente do que a própria pandemia em si. Eu não tenho aqui os dados, o número de mortes por tipo de doença. A COVID-19 tá mais lá embaixo. Então não tem por que ter esse trauma todo apenas preocupado com a COVID-19, disse Bolsonaro.

O chefe de Estado também afirmou que cirurgias estão sendo adiadas por conta da pandemia e questionou o número de pessoas que morrem de câncer. 

"Os mais variados possíveis, porque não vão para o tratamento", disse. 

Além disso, Bolsonaro defendeu o retorno das aulas presenciais, argumentando que as crianças e jovens são mais resistentes ao coronavírus. 

'Temperatura subiu'

Sobre a situação de Manaus, onde o sistema de saúde entrou em colapso nos últimos dias, com pacientes de COVID-19 morrendo por falta de oxigênio, Bolsonaro disse que os "problemas começaram a aparecer" na semana passada, quando a "temperatura subiu" na cidade. 

O presidente afirmou ainda que enviou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para Manaus, que o governo está "fazendo o possível", mas que foi surpreendido ao encontrar o sistema de saúde em uma "situação bastante complicada". 

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registra 208.246 mortes e 8.393.492 casos da COVID-19. O governo espera iniciar a vacinação da população na semana que vem. A expectativa é de que a Anvisa libere o uso emergencial das vacinas de Oxford e CoronaVac neste domingo (17).