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domingo, 1 de agosto de 2021

'Falhamos miseravelmente': EUA buscam nova estratégia militar após perder guerra simulada com China

 


O vice-presidente do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, general John Hyten, revelou nesta semana que o Exército americano "falhou miseravelmente" em um jogo de guerra, levando a uma grande mudança na estratégia de combate.

Uma perda brutal em um exercício de jogos de guerra, realizado em outubro passado, convenceu o general americano a descartar os conceitos de guerra conjunta que têm guiado as operações militares dos EUA durante décadas.

Durante o exercício de guerra simulado, descrito como um "confronto fictício com a China" e que incluiu uma luta pela ilha autogovernada de Taiwan, o inimigo imaginário derrubou a estratégia da equipe azul (os EUA) para "dominância da informação".

"Sem exagerar a questão, [o exercício] falhou miseravelmente. Uma equipe vermelha agressiva [o inimigo] que tinha estado analisando os EUA durante os últimos 20 anos andou à nossa volta. Eles sabiam exatamente o que faríamos antes de o fazermos", afirmou Hyten.

O Pentágono não forneceu o nome do jogo de guerra, que foi classificado, mas um funcionário de defesa disse que um dos cenários girava em torno de uma batalha por Taiwan. A principal lição a aprender seria: reunir navios, aeronaves e outras forças para concentrar e reforçar o poder de combate uns dos outros também os tornou alvos fáceis.

Soldados filipinos durante exercícios navais conjuntos com EUA
© AP PHOTO / BULLIT MARQUEZ
Soldados filipinos durante exercícios navais conjuntos com EUA

"Nós sempre nos unimos para combater, e nos unimos para sobreviver. Mas no mundo de hoje, com mísseis hipersônicos, com fogo de longo alcance vindo contra nós de todos os domínios, se você estiver agrupado e todo o mundo souber onde você está, você fica vulnerável", ressaltou o general dos EUA.

O ponto mais importante a destacar é que a equipe azul perdeu quase de imediato o acesso a suas redes de comunicação, escreve portal Defense One.

O exercício de outubro foi um teste para um novo Conceito de Combate Conjunto, no entanto, ele foi em grande parte baseado nos mesmos conceitos de operações conjuntas que tinham guiado as forças dos EUA durante décadas, disse Hyten, e a equipe vermelha facilmente os derrotou.

Após a derrota no referido exercício, o Estado-Maior Conjunto dos EUA iniciou uma revisão, mudando para um novo conceito que foi chamado de "Manobra Expandida". Hyten quer que Exército dos EUA esteja pronto para combater sob este conceito reformulado de combate conjunto até 2030, utilizando muitas das armas, aviões e navios atuais.

Reino Unido e EUA acusam Irã de ataque deliberado a navio israelense em Omã e prometem resposta

 


Mercer Street, navio-tanque de bandeira liberiana operado pela empresa Zodiac Maritime, do bilionário israelense Eyal Ofer, foi alvo de um ataque em 29 de julho a nordeste da ilha de Masirah, em Omã.

O Reino Unido e os EUA afirmaram neste domingo (1º) que acreditam que o Irã realizou um ataque ao petroleiro Mercer Street, operado por empresa israelense, na costa de Omã, que matou um britânico e um romeno na quinta-feira (29). O Reino Unido disse que estava trabalhando com parceiros em uma "resposta concertada".

"Acreditamos que esse ataque foi deliberado, direcionado e uma clara violação da lei internacional pelo Irã […]. O Reino Unido está trabalhando com nossos parceiros internacionais sobre uma resposta concertada a este ataque inaceitável", declarou o ministro das Relações Exteriores britânico, Dominic Raab, citado pela agência Reuters.

As avaliações do Reino Unido concluíram que era altamente provável que o Irã tivesse usado um ou mais drones para realizar o ataque "ilegal e insensível".

Chanceler britânico Dominic Raab
© AP PHOTO / MATT DUNHAM
Chanceler britânico Dominic Raab

Horas depois, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmou que "não havia justificativa para este ataque, que segue um padrão de ataques e outros comportamentos beligerantes" de Teerã.

"Essas ações ameaçam a liberdade de navegação por esta hidrovia crucial, o transporte e o comércio internacional, e as vidas das pessoas nas embarcações envolvidas", disse Blinken em comunicado, citado pela agência AP.

O Mercer Street, um navio-tanque de bandeira liberiana operado pela empresa Zodiac Maritime, do bilionário israelense Eyal Ofer, foi alvo de um ataque em 29 de julho a nordeste da ilha de Masirah, em Omã. Duas pessoas morreram no incidente: uma delas, segundo consta, era o capitão romeno e a outra um segurança britânico.

Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, no Departamento de Estado, Washington, EUA, 1º de julho de 2021
© REUTERS / KEN CEDENO
Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, no Departamento de Estado, Washington, EUA, 1º de julho de 2021

Irã cometeu 'erro grave'

Primeiro-ministro israelense Naftali Bennett afirmou que o país tem provas de que o Irã esteve por trás do ataque: "Esperamos que a comunidade internacional deixe claro ao regime iraniano que ele cometeu um erro grave. De qualquer forma, sabemos como enviar uma mensagem ao Irã à nossa maneira".

Premiê israelense Naftali Bennett durante seu discurso na conferência Cyber Week na Universidade de Tel Aviv, 21 de julho de 2021
© REUTERS / AMIR COHEN
Premiê israelense Naftali Bennett durante seu discurso na conferência Cyber Week na Universidade de Tel Aviv, 21 de julho de 2021
O Irã, por sua vez, negou ter qualquer envolvimento com no incidente. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, afirmou neste domingo (1º) que Israel cria um ambiente de insegurança, terror e violência, acrescentando que as acusações sobre o envolvimento do Irã são condenadas por Teerã. "Tais acusações são feitas por Israel para desviar a atenção dos fatos e é infundada", disse Khatibzadeh, citado pela mídia.

Após a negação do Irã, Naftali Bennett afirmou que Teerã "tenta fugir da responsabilidade" do incidente e chamou a negativa de "covarde".

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Dona de um corpo escultural, Dani Mendonça revela os próximos passos de sua carreira

 


Dona de um corpo escultural, a influenciadora Dani Mendonça revela os próximos passos de uma carreira que cada vez mais tem ganhado destaque nas redes sociais.

Com mais 700 mil seguidores no Instagram, Dani Mendonça tem impressionado cada vez mais seus fãs pela estética de seu shape wellness, a cintura bem fina e sua proporção corporal.

 

Conhecida como Loira do Sul, Daniele Mendonça é atleta de fisiculturismo, modelo, influenciadora digital e youtuber. Atualmente morando em São Paulo, ela está na reta final de preparação para uma competição onde parte em busca de seu cartão profissional.

 

Para quem não sabe, nas competições de musculação, o termo "profissional" (ou "pro") é dado a um atleta que venceu competições de qualificação como amador e ganhou um "cartão profissional" de sua respectiva organização. Além disso, os profissionais ganham o direito de competir em competições que incluem prémios monetários. Vale lembrar que, dependendo do nível de sucesso, esses fisiculturistas podem receber compensação monetária de patrocinadores, como atletas de outros esportes.

 

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Além dos preparativos para a competição, Dani também já está preparando para ser o grande destaque na escola de samba Estácio de Sá no próximo carnaval: “Serei musa da escola. Me sinto super honrada pelo convite e todos aqueles que gostam de samba poderão conhecer um pouco sobre mim até lá. Por isso, já estou cuidando do corpo para todos gostarem do resultado quando me verem na Sapucaí”, comenta.


Dani também é moradora da Mansão Maromba. Uma espécie de reality show que tem feito sucesso no YouTube, onde diversas pessoas diferentes moram em uma casa e o objetivo de todos é fortalecer o corpo. O canal é um dos mais acompanhados na plataforma de vídeos, tanto que atualmente possui mais de 2,5 milhões de inscritos.



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