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segunda-feira, 20 de junho de 2022

Descobrem no Egito enormes blocos de pedra de 4.500 anos do reinado do faraó Quéops (FOTOS)

 


Uma missão arqueológica conjunta egípcio-alemã descobriu blocos de pedra que datam do reinado de Quéops – antigo monarca egípcio


Khufu, ou Quéops, foi o segundo faraó da IV dinastia na primeira metade do período do Império Antigo (século XXVI a.C.). Diz-se que foi ele quem encomendou a construção da Grande Pirâmide de Gizé.
A missão tinha como objetivo realizar escavações na antiga cidade de Heliópolis, a capital da XIII província do Baixo Egito que também era um importante centro religioso.
Arqueólogos descobriram grandes blocos de granito nas ruínas do Templo do Sol perto do obelisco de faraó Sesóstris I. Trata-se na primeira descoberta do período do rei Quéops na região de Ain Shams.
Mostafa Waziri, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, anunciou a descoberta em um comunicado à imprensa, sugerindo que os blocos de pedra poderiam ter sido parte de um edifício outrora situado na área das pirâmides de Gizé, removido mais tarde e reaproveitado durante o período Raméssida, escreve Heritage Daily.
Nas escavações também foram desenterrados sarcófagos e altares de distintos períodos, além de um modelo escultural de quartzo na forma de Esfinge do rei Amenhotep II, a base de uma estátua do rei Amásis II e a base de uma estátua colossal de macaco de granito rosa representando um babuíno.

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sábado, 18 de junho de 2022

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Fotos: Reprodução


Fonte: Testosterona

Antigos hominídeos já sabiam fazer fogo há pelo menos 800.000 anos, aponta estudo (FOTO)

 


Arqueólogos de Israel e Canadá encontraram provas concretas de que o Homo erectus sabia manejar o fogo há cerca de 800.000 ou 1.000.000 anos. A conclusão foi tirada após estudo minucioso de utensílios e fragmentos encontrados em Israel

A equipe que conduziu o estudo reexaminou ferramentas de pedra, restos de fauna e depósitos descobertos na década de 1970 em um sítio arqueológico que data do Paleolítico Inferior, e que está localizado em uma pedreira no povoado de Evron.
Nenhum dos objetos tinha evidências visuais de ter sido submetido ao fogo, mas a equipe aplicou métodos químicos que levaram à conclusão de que as ferramentas do sítio e 13 fragmentos de presas haviam sido expostas a diferentes temperaturas, aponta comunicado do Instituto Weizmann de Ciência.

Supõe-se que o uso controlado do fogo pelos antigos hominídeos data de um milhão de anos, que é quando os arqueólogos acreditam que o Homo habilis começou a sua transição para Homo erectus.


Pesquisadores descobrem evidências de [uso] de fogo em um sítio arqueológico de 1 milhão de anos em uma pedreira de Evron, em Israel.
Os cientistas propuseram uma teoria que foi denominada de "hipótese da cozinha", que aponta que o uso do fogo foi fundamental na nossa evolução e que não só permitiu aos nossos antepassados sobreviver ao frio ou criar ferramentas, mas também se proteger dos predadores. O único problema com esta hipótese é a falta de informações.
Até agora, as evidências arqueológicas de tratamento térmico de ferramentas e alimentos baseavam-se principalmente na identificação visual de artefatos com provas de terem sido submetidos ao fogo.
Através deste e outros métodos tradicionais só foi possível encontrar evidências de uso do fogo que não vão além dos 200 mil anos. No entanto, os cientistas decidiram reexaminar os objetos e restos usando espectroscopia Raman e outros métodos descritos no estudo publicado no portal PNAS.
Esqueleto de indivíduo do sexo masculino e idade entre 35 e 50 anos - Sputnik Brasil, 1920, 18.03.2022
Sociedade e cotidiano
Antropólogos revelam mistérios de esqueletos coloridos da 'cidade mais antiga do mundo' (FOTOS)
Como resultado da pesquisa de 26 artefatos de pedra descobriu-se que estes foram expostos a altas temperaturas. No que se trata de fragmentos de ossos, foi possível identificar 13 fósseis que foram expostos a temperaturas superiores a 600 ºC.