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domingo, 26 de julho de 2020

Genocídio e crime contra humanidade: Bolsonaro é denunciado no Tribunal Penal Internacional

Bolsonaro mostrando uma caixa de cloroquina (Foto: Reprodução)

Iniciativa protocolada neste domingo é liderada por uma coalizão que representa mais de um milhão de trabalhadores da saúde no Brasil e apoiado por entidades internacionais e aponta os crimes na condução frente à pandemia do coronavírus


Jair Bolsonaro foi oficialmente denunciado neste domingo (26) no Tribunal Penal Internacional, com sede em Haia, por crimes de genocídio e contra a humanidade devido à sua gestão frente à pandemia do novo coronavírus.

Segundo informa o jornalista Jamil Chade, do UOL, a iniciativa é liderada por uma coalizão que representa mais de um milhão de trabalhadores da saúde no Brasil e apoiado por entidades internacionais.
“No entendimento da coalizão, há indícios de que Bolsonaro tenha cometido crime contra a humanidade durante sua gestão frente à pandemia, ao adotar ações negligentes e irresponsáveis, que contribuíram para as mais de 80 mil mortes pela doença no país”, apontam.
A Rede Sindical Brasileira UNISaúde acusa ainda o presidente brasileiro de “falhas graves e mortais” na resposta à pandemia de Covid-19.
Desde o início da pandemia, Bolsonaro minimizou a gravidade do vírus, incentivou pessoas a furarem o isolamento social e a saírem de casa e mais tarde passou a incentivar o uso da cloroquina no tratamento de Covid-19, mesmo sem comprovação científica de sua eficácia.
Há duas semanas, testou positivo para coronavírus e, mesmo devendo estar em isolamento, se expôs sem máscaras diante de jornalistas e, ainda neste final de semana, junto a trabalhadores da área da limpeza no Palácio da Alvorada. Ele também visitou neste sábado (25) a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF).

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Governo Bolsonaro é incapaz de enfrentar crises e Brasil vive 'tempestade perfeita', diz carta assinada por 152 bispos



Documento da Igreja Católica, intitulado “Carta ao povo de Deus”, traz duras críticas ao governo Bolsonaro e afirma que o Brasil atravessa um dos momentos mais difíceis de sua história


Uma carta dura com críticas ao governo de Jair Bolsonaro foi assinada por 152 bispos, arcebispos e bispos eméritos do Brasil, informa a jornalista Mônica Bergamo.

Intitulado “Carta ao povo de Deus”, o documento afirma que o Brasil atravessa um dos momentos mais difíceis de sua história, vivendo uma “tempestade perfeita”, que combinaria uma crise sem precedentes na saúde e um “avassalador colapso na economia” com a tensão sofre “fundamentos da República, provocada em grande medida pelo Presidente da República [Jair Bolsonaro] e outros setores da sociedade, resultando numa profunda crise política e de governança”.
“Analisando o cenário político, sem paixões, percebemos claramente a incapacidade e inabilidade do Governo Federal em enfrentar essas crises”, diz ainda o documento.
O texto também faz críticas diretas ao sistema neoliberal e às reformas praticadas pela equipe econômica de Paulo Guedes. De acordo com os líderes da Igreja Católica, os resultados das reformas feitas pelo governo “pioraram a vida dos pobres, desprotegeram vulneráveis, liberaram o uso de agrotóxicos antes proibidos, afrouxaram o controle de desmatamentos e, por isso, não favoreceram o bem comum e a paz social”. 
“É insustentável uma economia que insiste no neoliberalismo, que privilegia o monopólio de pequenos grupos poderosos em detrimento da grande maioria da população”, defendem. 
Para eles, o “sistema do atual governo” não coloca no centro a pessoa humana e o bem de todos, “mas a defesa intransigente dos interesses de uma economia que mata, centrada no mercado e no lucro a qualquer preço”.
A carta seria tornada pública na última quarta-feira (22), mas teve sua divulgação suspensa para ser analisada pelo conselho da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil). Há um receio entre os signatários de que o setor conservador do órgão impeça a divulgação.

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BAHIA: PM, CPRN, 91°CIPM, 24° e 91° CIPM, DESENVOLVEM OPERAÇÃO CONJUNTA DE ENFRENTAMENTO AO CRIME NA REGIÃO



Na noite desta sexta-feira (24/07/2020) , aconteceu na área de atuação da 91°CIPM, a operação DOIS IRMÃOS. Trata-se de operação conjunta, realizada a partir da união de esforços da 24°CIPM e 91°CIPM.

Contando com 15 viaturas  e aproximadamente 40 policiais, a operação teve andamento nas cidades de Capim Grosso, São José do Jacuípe,  Várzea da Roça e Mairi.

Em clima de cooperação, O Major Flailton, Comandante da 24°CIPM, diz-se empenhado em auxiliar o Comandante da 91°CIPM, Major Berenilson, na luta contra a criminalidade na região. No que, o Comandante da 91°CIPM mostrou-se sobremaneira agradecido. 

Sobre o assunto, seguem as palavras do Major Berenilson: "Posso afirmar que este é um momento ímpar para a segurança pública de Capim Grosso-BA. Como já nos ensinou Martin Luther king em seu famoso dircurso Eu tenho um sonho: "Não podemos andar sozinhos".
Parafraseando-o, ressalto a importância  deste trabalhar ombreado, unindo forças para a concretização da nossa missão, constitucionalmente estabelecida, a consecução da segurança pública. O que nos mobiliza e impulsiona é esse objetivo comum. É com este espírito que surgiu a ideia da presente operação "Dois Irmãos".

Nós representamos a linha de frente na trincheira inglória de controle ao crime. Assim, faz-se imperiosa a solidificação da nossa união, para que continuemos fortaleza perene da sociedade.

Ressalto com alegria e gratidão o desmesudado apoio que recebemos do Senhor Comandante do CPR-N, Coronel Nilton Paixão, o meu mais profundo reconhecimento e agradecimento pela dedicação extremada.

Meus sinceros agradecimentos ao Comandante da 24°CIPM, Maj PM Flailton Oliveira, pelo elevado espírito de camaradagem e pelo seu notável respeito pela sociedade.

Sem mais para a ocasião, exponho, ainda, meus agradecimentos à tropa da 24°CIPM e 91°CIPM, reconhecendo seu excepcional empenho."

Fonte: ASCOM 91°CIPM



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