Total de visualizações de página

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Israel mostra VÍDEO de 'destruição' de embarcação russa com seu novo míssil

 



Um dos maiores fabricantes da indústria de defesa de Israel, a empresa Rafael, publicou um vídeo mostrando seu novo míssil de cruzeiro Sea Breaker destruindo uma embarcação de fabricação soviética.

novo míssil guiado terrestre e marítimo Sea Breaker pode destruir alvos à distância de até 300 quilômetros em condições de forte resistência eletrônica, segundo a empresa. Apenas um míssil é suficiente para destruir alvos da classe de fragata.

O vídeo divulgado pela Rafael mostra a destruição de uma embarcação com o número de amura 962. Segundo dados públicos, trata-se de uma lancha de mísseis R-71 Shuya (projeto 1241) lançado em 1983 e que atualmente faz parte da Marinha da Rússia.

As lanchas de mísseis do projeto 1241 foram construídas na URSS e na Rússia de 1979 a 1996. Estes navios também foram exportados, inclusive para o Iêmen.

A nova arma Sea Breaker é um sistema autônomo de mísseis de alta precisão e de longo alcance, que permite intervenção do operador em qualquer fase. O sistema usa várias inovações, como eletro-óptica, visão por computador, inteligência artificial e tomada de decisões.

O Sea Breaker pode atingir os navios em águas litorâneas e em alto-mar e também em ambientes de arquipélagos. O sistema pode ser lançado a partir de várias plataformas navais, de lanchas rápidas de ataque a corvetas e fragatas.

domingo, 27 de junho de 2021

TBT é com a maravilhosa Patricia Berlanda, uma mulher difícil de esquecer

 



Patricia Berlanda é uma mulher difícil de esquecer... com seu olhar de gata selvagem e corpo deliciosamente natural.

 

Ela protagonizou um ensaio emblemático usando botas de couro, completamente nua sobre uma caminhonete Mitsubishi (entre lingeries, espaços históricos e muita sensualidade).

 

Veja também 














As mais vistas










Fonte: Bella da Semana 

Rochas revelariam 'mecanismo' de uma das maiores extinções em massa do mundo

 


Pesquisadores dos EUA, Canadá, China e Suíça examinaram a composição isotópica de rochas na China e no Canadá, de forma a saber como vulcões levaram a uma das maiores extinções em massa de todos os tempos.

Cientistas afirmam ter descoberto a razão da extinção em massa de há quase 252 milhões de anos, informa um comunicado de sexta-feira (18) da Universidade do Norte do Arizona, EUA.

Segundo pesquisadores, que também vieram do Canadá, China e Suíça, a atividade vulcânica na atual Sibéria deixou vestígios de um isótopo de níquel que alterou a química dos oceanos do planeta, acabando por sufocar uma grande maioria dos animais em todo o mundo.

Foi em Meishan, uma prefeitura da província de Zhejiang, China, conhecida há décadas como marcando a fronteira entre os períodos Permiano e Triássico, que os cientistas descobriram uma concentração de níquel dentro de uma faixa de rocha comprimida.

"O níquel é um metal residual essencial para muitos organismos, mas um aumento na abundância de níquel teria impulsionado um surto incomum na produtividade de metanogênicos, microrganismos que produzem gás metano", diz a geoquímica Laura Wasylenki, da Universidade do Norte do Arizona.

A equipe de investigadores também estudou amostras de xisto negro retiradas do Ártico no Canadá, tentando descobrir como isso afetaria a concentração do oxigênio.

Foi descoberto um declínio de níquel, apesar de um nível estável do isótopo, levando os pesquisadores a concluir que micróbios o conseguiram consumir em grandes quantidades, e assim privar os oceanos de oxigênio e carbono, necessários para a vida, ao longo de centenas de milhares de anos.

"Nossos dados fornecem uma ligação direta entre a dispersão global de aerossóis ricos [em níquel], mudanças na química oceânica e o evento da extinção em massa", relatou Wasylenki sobre o estudo, que foi publicado na revista Nature Communications.

A Extinção do Permiano-Triássico, que ocorreu cerca de há 251,9 milhões de anos atrás, foi a maior dos últimos 540 milhões de anos na Terra, matando cerca de 90% das espécies marinhas e 75% das espécies terrestres do nosso planeta, explica a Universidade do Norte do Arizona, EUA. Trata-se também da única extinção de insetos em massa conhecida.