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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Vanessa Vaillati ganhadora do concurso Bella da Semana exibe toda as suas curvas perfeitas

 


Vanessa Vailatti ou Vanessinha, como gosta de ser chamada, é uma linda Catarinense de 24 anos dona de uma beleza estonteante distribuída em seus 1,64m de altura.

 

De Balneário Camboriú, em Santa Catarina, hoje atua como corretora de imóveis e é modelo há três anos.

 

Sua carreira como modelo teve seu estopim quando Vanessa, através do voto popular, foi eleita a grande vencedora do concurso Bella da Semana na etapa Feijoada do Cacau, disputado com mais nove candidatas e como prêmio, ganhou um ensaio sensual com Alex Ribeiro, fotógrafo do Bella da Semana.

 

Veja também


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  • Fonte: Bella da Semana

    Bolsonaro diz que 'o certo' é tirar jornais de circulação e defende tributar redes sociais

     


    Em uma live na conta do Instagram do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o presidente criticou veículos de comunicação e propôs lei para taxar redes sociais. Segundo ele, o Facebook estaria bloqueando o envio de imagens de seus apoiadores.

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (15), que jornais como Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo deveriam sair de circulação, chamando os veículos de "fábricas de fake news". O mandatário também criticou o Facebook e defendeu o aumento da tributação das redes sociais no Brasil.

    "Com todo o respeito, [...] eu sou qualquer um do povo: proibir anexar imagens a título de proteger fake news. O certo é tirar de circulação - não vou fazer isso, porque sou democrata - tirar de circulação O Globo, Folha de S.Paulo, Estadão, (O) Antagonista. São fábricas de fake news", disse o presidente.

    Bolsonaro deu a declaração enquanto caminhava em uma praia em Santa Catarina em uma live na conta do Instagram do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente.

    "Agora deixa o povo se libertar, porque tem liberdade. Logicamente que se alguém extrapolar em alguma coisa, tem a Justiça para recorrer. Agora, o Facebook bloquear a mim e a população é inacreditável [...] E não há uma reação da própria mídia, a mídia se cala. Falam tanto da liberdade de expressão para eles, em grande parte, mentir com matérias. Agora, para a população é uma censura que não se admite", disse.

    Recentemente, Bolsonaro pediu que seus apoiadores enviassem fotos de notas fiscais após pagarem por combustíveis para mostrar uma suposta bitributação do insumo. Segundo ele, o Facebook estaria impedindo o envio de imagens de notas fiscais de combustíveis pela plataforma.

    O presidente também comentou sobre o assunto nesta segunda-feira (15): "Os combustíveis continuam aí demonstrando uma nuvem muito carregada no horizonte, vamos resolver esse problema. Obrigado quem mandou (a foto da) nota fiscal (de abastecimento) para mim por outros meios, já que o Facebook bloqueou. Vamos ver, já​ liguei para a AGU (Advocacia-Geral da União) para ver o que a gente pode fazer", declarou.

    Sobre tributar as redes sociais, Bolsonaro propôs uma nova lei a ser pensada juntamente com o Congresso.

    "O governo federal também, junto com o Parlamento, (poderia) criar uma legislação, taxar mais ainda esse pessoal (redes sociais), que paga muito pouco de imposto para operar dentro do Brasil e tomar medidas para realmente garantir a liberdade de expressão. Na minha página, na página de qualquer um", disse.


     

    'Isso não é bom': regiões suecas cessam uso da vacina Oxford/AstraZeneca devido a efeitos colaterais

     


    O início da vacinação com o inoculante da Oxford/AstraZeneca em várias regiões suecas produziu um número acima do esperado de efeitos colaterais e a vacina foi suspensa para evitar a falta de profissionais de saúde devido a licenças médicas.

    Duas regiões suecas pararam temporariamente a inoculação de profissionais de saúde com a vacina contra a COVID-19 da Oxford/AstraZeneca após sobre suspeitas de efeitos colaterais.

    "Paramos em parte porque devemos investigar, mas também para não termos uma situação muito tensa com o pessoal", afirmou o médico responsável pela da região de Sormland, Magnus Johansson, à emissora SVT.

    Em Sormland, de 400 funcionários do hospital vacinados em um único dia, 100 desenvolveram efeitos colaterais. Embora a febre seja considerada um efeito colateral comum, de acordo com as autoridades regionais, mais pessoas do que o esperado relataram o sintoma.



    © REUTERS / JOHANNA GERON
    Logotipo da farmacêutica AstraZeneca no exterior dos escritórios da empresa em Bruxelas, Bélgica, 28 de janeiro de 2021

    Em Gavleborg, onde uma proporção semelhante de efeitos colaterais foi observada, as autoridades decidiram seguir o exemplo de Sormland e interromper temporariamente o uso da vacina Oxford/AstraZeneca.

    "[Os sintomas] são os usuais, calafrios, dores no corpo e febre […]. O problema é que vacinamos muitas pessoas do mesmo local de trabalho. É por isso que estamos fazendo uma pausa. Não tem nada a ver com a vacina. Estamos apenas um pouco preocupados com a equipe no fim de semana", garantiu a coordenadora da vacinação em Gavleborg, Tina Mansson Soderlund.

    Andreas Heddini, médico responsável da Oxford/AstraZeneca na região nórdica, disse que ficou intrigado com os dados.

    "Isso não se encaixa em nada com o que vimos [em outros lugares] […]. Não, isso não é bom. Parece ter havido uma proporção maior de efeitos colaterais do que o esperado. Estudos têm mostrado que algo em torno de 10% dos vacinados devem ter efeitos colaterais desse tipo", comentou Heddini ao SVT.

    A gigante farmacêutica agora vai acompanhar com atenção as regiões suecas, e o médico enfatizou que os efeitos colaterais relatados não são graves e não devem ser motivo para preocupação excessiva.

    "Levamos tudo em torno da segurança da vacina extremamente a sério, mas nossa vacina já foi dada a muitos milhões de pessoas em todo o mundo, e até mesmo em testes clínicos, e não vimos quaisquer efeitos colaterais graves […]. Esse tipo de efeito colateral é esperado e agora estamos tendo um diálogo próximo com essas regiões para entender melhor o que aconteceu", ressalta Heddini.

    A Suécia registra até o momento 12.428 mortes pela COVID-19 e 608.411 casos confirmados.

    AstraZeneca no Brasil

    A vacina Oxford/AstraZeneca já foi liberada para uso na União Europeia, Índia, Brasil e outros países. Na semana passada, O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deu início ao envase do primeiro lote do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) da vacina desenvolvida pela instituição em parceria com o laboratório AstraZeneca.

    ​A Fiocruz estima produzir 100,4 milhões de doses até julho deste ano. De agosto a dezembro serão mais 110 milhões de doses de vacinas produzidas inteiramente na instituição brasileira.