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quarta-feira, 31 de março de 2021

Aida Cortes, Musa do OnlyFans cria réplica da sua vagina como brinquedo sexual

 


Aida Cortes, de 25 anos, surpreendeu os seus seguidores no OnlyFans, plataforma de conteúdo adulto, ao anunciar que fará um brinquedo sexual que é a réplica exata de sua vagina. A influenciadora acumula mais de 2,5 milhões de seguidores na rede social e anunciou a novidade em um vídeo.

 

“Oi, gente bonita! Como é que vocês estão? Espero que estejam todos bem. Quero contar uma coisa muito legal para vocês: vou fazer um brinquedo sexual que é a réplica exata da minha vagina. O molde será muito preciso, será exatamente a mesma coisa, assim vocês poderão brincar com a minha vagina”, começou a colombiana.

 

No vídeo, que já ultrapassa a marca de 440 mil visualizações, Aida explica que decidiu “inovar” para continuar fazendo seus admiradores felizes.

 

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A intenção é fazer vocês felizes e continuar dando a todos um pouquinho mais de mim. Decidi inovar. Gosto de ir além e esse brinquedo é algo muito legal. Já fui ao laboratório e já estamos providenciando o molde da minha vagina”, continuou.

 

 




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A novidade, de acordo com Aida, estará disponível em um mês: “Vai chegar em cerca de um mês. Era isso o que eu queria contar. Espero que vocês estejam se comportando bem. Um beijo a todos, amo vocês”, finalizou ela.




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  • Fonte: Revista IstoÉ

    Israel é capaz de 'destruir completamente' o programa nuclear do Irã, diz general das FDI

     


    Major-general Tal Kalman, que atualmente chefia o Diretório Iraniano das Forças de Defesa de Israel, afirmou em entrevista ao Israel Hayom que o seu país tem capacidade de "destruir completamente" o programa nuclear do Irã.

    Em entrevista, o alto funcionário militar israelense disse ao jornal que em 2020 ocorreram "grandes mudanças" no confronto com o Irã, começando com o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani, executado pelos EUA em janeiro, e outros eventos que, segundo ele, não podem ser revelados.

    "Irã […] é um desafio para a nossa doutrina de segurança nacional. Mas eu realmente acho que isso é sobre lidar com um país com o potencial para se tornar uma potência regional liderada por um regime extremo com um objetivo real de destruir Israel", comentou.

    De acordo com o major-general, o desafio representado pelo Irã para Israel é "sem precedentes", porque é um grande país de 80 milhões de pessoas, localizado a 1.600 km de distância.

    "Esta é uma competição estratégica de longo prazo que nos exorta a empregar um tipo de pensamento diferente do usado para enfrentar um país na nossa fronteira", observou Kalman.

    De acordo com o militar, a estratégia usada ao longo dos últimos 30 anos tem sido bem-sucedida, uma vez que o Irã não conseguiu concretizar as suas ambições nucleares e foi evitada uma corrida regional ao armamento nuclear.

    "A questão nuclear é a ameaça número um, e temos de alcançar o máximo nesse ponto. Com todo o resto saberemos como lidar", afirmou, acrescentando que os mísseis de longo alcance do Irã, incluindo os mísseis de cruzeiro, são uma ameaça para Israel por acabarem nas mãos de forças apoiadas por Teerã, como o movimento Hezbollah no Líbano.

    Central nuclear de Bushehr, no Irã (imagem referencial)
    © AFP 2021 / BEHROUZ MEHRI
    Central nuclear de Bushehr, no Irã (imagem referencial)

    Ao ser questionado pelo jornal se Israel tem capacidade de destruir o programa nuclear do Irã tal como fez no Iraque em 1981 e na Síria em 2007, Kalman não hesitou em responder que sim.

    "A resposta é sim. Quando construímos estas capacidades, as construímos para ser operacionais. Não é que não haja muitos dilemas estratégicos, desde o dia seguinte, o Irã pode voltar ao plano, mas a capacidade existe. Definitivamente", respondeu.

    Porém, o alto comandante disse que uma decisão tão drástica como esta é o último recurso como parte de uma estratégia mais ampla.

    Mísseis dos EUA parecem 'palitos lançados por foguete' em comparação com Sarmat russos, diz revista

     


    O míssil balístico intercontinental (ICBM) russo Sarmat com apenas um tiro é capaz de infligir um ataque tão poderoso que pode eliminar um país inteiro, o que não é o caso das capacidades dos mísseis dos EUA, escreve The National Interest.

    A edição observa que os militares russos continuam a implantar novos mísseis RS-28 Sarmat, que pesam 100 toneladas e podem ser armados com 12 ogivas. Neste contexto, o ICBM dos EUA Minuteman, de 39 toneladas, se parece com um palito lançado por foguete.

    Citando fontes russas, o artigo escreve que Sarmat é mais preciso do que seus antecessores e é "capaz de eliminar partes da Terra do tamanho do Texas ou da França".

    As ogivas dos mísseis balísticos russos Sarmat terão uma série de contramedidas antimísseis avançadas destinadas a romper o escudo antibalístico dos EUA. Isso sugere que o novo míssil pode ter como objetivo penetrar as defesas dos mísseis americanos ou pelo menos sinalizar que Moscou tem a capacidade de fazê-lo.

    Porém, a verdade é que o sistema de defesa de mísseis balísticos dos EUA foi projetado para deter uma quantidade limitada de ICMB de países pequenos como a Coreia do Norte ou Irã, e não um ataque maciço da Rússia, aponta revista.

    Sarmat deve substituir os antigos mísseis R-36M2 da Rússia desenvolvidos nos anos 70 e utilizados pela União Soviética durante a Guerra Fria.

    Outra questão problemática é que a força de mísseis balísticos dos EUA foi construída com muitas peças personalizadas que já não se fabricam mais.

    Revista americana escreve que em uma ocasião foi necessária uma chave inglesa especial para instalar ogivas nucleares nos 450 mísseis Minuteman III. Porém, só havia um conjunto de ferramentas que continha esta chave, que teve que ser enviada de uma base para outra.

    O míssil Sarmat tem um alcance de 18.000 quilômetros, peso de lançamento de 208,1 toneladas e carga útil de mais de dez toneladas. O míssil tem comprimento de 35,5 metros, diâmetro de três metros e ogivas múltiplas de guiamento individual.

    O Ministério da Defesa da Rússia tinha anunciado em fevereiro de 2020 que a entrega em série dos mísseis balísticos intercontinentais Sarmat começaria em 2021.